Trabalho para entrega em 03 de julho de 2013
Fazer um trabalho a respeito do
artigo do Eduardo Medicht publicado no texto abaixo, acerca da importância da formação do Jornalista
9º Encontro do Forum Nacional de Professores de Jornalismo
Palestra
de Abertura
Novas e velhas tendências: os dilemas do ensino de jornalismo na sociedade da informação
Eduardo Meditsch, professor da UFSC, doutor em Jornalismo
Pensar em novas tendências no ensino do jornalismo passa por pensar este ensino no contexto da nascente sociedade da informação. Um estudo recém realizado pela revista The Economist, com mais de mil executivos de empresas de todo o mundo, aponta a Gestão do Conhecimento como a questão mais importante para a sociedade, a economia e as organizações nos próximos 15 anos (The Economist, 2006). O diferencial competitivo apontado por eles está no conhecimento e nas redes de relacionamento: buscar, recolher, selecionar, processar, conhecer e compartilhar informação se tornou o essencial. Conhecidos agora os limites da tecnologia em algumas áreas, especialmente na inteligência artificial, ficou claro onde os seres humanos não poderão ser substituídos com vantagem pelas máquinas. Isto determina a centralidade do trabalho intelectual no processo produtivo. Se a era industrial precisava de mão de obra para tocar as máquinas mecânicas e elétricas, a era do conhecimento vai requerer cérebros operantes, para extrair da informação o que ela pode dar da melhor.
Sem dúvida, esta perspectiva representa um grande momento para um ofício que tem pelo menos quatro séculos de experiência em trabalho intelectual com a informação. Uma profissão que desenvolveu métodos, técnicas e deontologia amadurecidas para a apuração, seleção, checagem, processamento, apresentação e compartilhamento da informação. Que possui competência (conhecimentos, habilidades, atitudes) para a ‘cognição situada’, sob pressão do tempo e do espaço, um treinamento cada vez mais valorizado quando a informação requerida para a tomada de decisões trafega em velocidade próxima à da luz. Uma profissão que desenvolveu um modelo mental extremamente eficaz para identificar e reconhecer o novo e o relevante. Exemplos dos novos horizontes desta profissão podem ser encontrados por exemplo na Universidade de Kent, nos Estados Unidos, onde pesquisadores de jornalismo estão trabalhando em parceria com colegas da informática e das ciências da informação no desenvolvimento de uma ergonomia informativa – informative ergonomics – uma técnica para fornecer ao usuário a informação certa, na hora certa, no local certo, na forma e na profundidade adequadas a sua necessidade.
Esta perspectiva que se abre, no entanto, contrasta com a
fragilidade e o pouco reconhecimento do ofício, expressos na baixa remuneração
e na dificuldade de seu reconhecimento entre as profissões regulamentadas e
auto-reguladas, problemas que tem enfrentado a nível internacional.
E como se porta o ensino de jornalismo
diante desta nova era: como tem contribuído? Eu diria que novas e velhas
tendências se defrontam em nossas escolas. Um exemplo me ocorre com um pedido
que recebi há algumas semanas de formandos em jornalismo de uma prestigiada
universidade pública brasileira, e que pedi licença para citar aqui, sem
identificar os autores:
Prezado Prof.:
Estamos nos formando em jornalismo e,
como projeto final, decidimos discutir e analisar alguns mitos sobre o
jornalismo na atualidade. Trabalhamos com algumas idéias comuns sobre a produção
da notícia, a notícia, o jornalista e a indústria jornalística. Por exemplo, um
dos conceitos que pretendemos desmistificar é o de que "a notícia é um
reflexo da realidade". O projeto final deste trabalho será uma breve
introdução a esses mitos com referências de pesquisa para o público
universitário fora da área de Comunicação Social. Precisamos, assim, das
melhores referências teóricas que possam ser fornecidas. O que você considera
essencial desmistificar sobre o jornalismo, o jornalista e/ou a notícia? Cite
pelo menos 3 importantes "mitos jornalísticos" que deveriam ser
quebrados.
Pensando na solicitação destes formandos, lembrei de uma frase do filósofo Bertrand Russel: “Antes de pensar em como educar, convém esclarecer quais os resultados que se pretende obter.” Será objetivo do ensino do jornalismo ‘desmistificar’ (negar) ou aperfeiçoar (afirmar) o jornalismo? É neste sentido que podemos identificar velhas e novas tendências presentes em nossas escolas.
Já tem 35 anos a pesquisa sobre jornalismo realizada pela American Newspaper Publishers Association, em 1971, mas algumas de suas constatações seguem atuais:
• “as faculdades se isolaram do mundo do jornalismo. A ênfase na análise crítica da mídia abalou a confiança dos estudantes, destruiu seus ideais e substituiu-os pelo cinismo”
• o divórcio entre meio profissional e acadêmico já tem várias gerações. Só 14% dos professores consideram importante fazer pesquisa para aprimorar a mídia.
O professor John Maxwell Hamilton, da Louisiana State University, afirmou em um debate, em 2001, que o custo das oportunidades perdidas por este divórcio estava ficando intolerável, pois um lado precisava do outro. E observava:
• A universidade se isolou da realidade graças a um sistema de auto-validação, e defende ciumentamente esta autonomia
• diferente das ciências humanas, a missão das escolas de jornalismo é formar práticos
• embora persigam o prestígio de outras disciplinas, as faculdades de comunicação não competem na criação de teorias próprias, só na aplicação
• os problemas estão aí para aplicação: tecnologia, financiamento, livre informação
• a indústria tem necessidade de pesquisa, se as faculdades de jornalismo não a fizerem, outros setores acadêmicos vão tomar este espaço.
Com isso ele reforçava as conclusões de um longo estudo
concluído cinco anos antes, em 1996 e publicado com o título The Winds of Change, Challenges Confronting
Journalism Education.
Esta pesquisa, patrocinada pelo Freedom Fórum, e coordenada pela jornalista Betty Medsger, ex-reporter do Washington Post, atualmente professora da Columbia, foi executada pela Universidade de Connecticut e ouviu por telefone 1041 jornalistas e 500 recrutadores de jornalistas nas empresas, além de fazer uma longa entrevista com 446 professores de jornalismo por email.
A conclusão chegada foi de que “Os ventos da mudança são fortes”, e de que há dúvidas se eles vem para o bem ou para o mal:
• A principal tendência é a transformação dos cursos de jornalismo em comunicação, e a diminuição das disciplinas de jornalismo dentro delas
• Jornalistas e professores estão confusos sobre o que será a profissão no futuro
• Pressupostos de que o jornalismo é uma atividade intelectual e de que o jornalismo é fundamental para a democracia já não são consensuais
A pesquisa aponta para uma dicotomia e falta de integração entre a visão acadêmica e a profissional, já constatada por vários outros autores de nossa área em outros países:
• Ensino de Jornalismo ameaçado pela sobrevalorização dos PHDs em relação à experiência e à competência profissional dos professores como jornalistas.
• 57% dos novos jornalistas dizem que seus melhores professores foram os que tinham experiência prática e não PHD, 31% dizem que os melhores eram os que tinham os dois
• Só 3% dos recrutadores reconhece competência nos professores de jornalismo sobre as novidades e tendências da atividade, e só 3% os consulta sobre estas questões.
• Os recrutadores tem visão diametralmente oposta às escolas sobre o que deve mudar no ensino de jornalismo. As sugestões deles não tem correspondência com o que as escolas estão pensando em fazer.
A pesquisa atribui grande parte do problema ao modelo
norte-americano de avaliação das faculdades, uma certificação dirigida por uma
associação de escolas:
• A certificação das escolas só valoriza aspectos acadêmicos e cobra pesquisa científica dos professores, enquanto as escolas que mais colocam jornalistas no mercado de trabalho tem menor percentagem de PHDs;
• O processo de certificação não considera ou considera pouco o que os jornalistas e professores mais valorizam: qualidade do texto dos alunos e do ensino de redação, qualidade dos órgãos laboratoriais, e ensino de ética.
• O processo de certificação limita as disciplinas específicas em no máximo 25% do currículo.
As recomendações das visitas de certificação citadas são (USA):
• Escolas devem produzir mais pesquisa e ter mais doutores no corpo docente
• Pesquisa jornalística não tem validade
• Professores devem perder menos tempo com alunos
• Professores devem perder menos tempo lendo e criticando textos de alunos
• Professores devem escrever mais artigos acadêmicos e menos jornais universitários
Estes critérios, segundo o estudo, refletem o desprestígio da prática profissional que prevalece no meio acadêmico:
• Muitos professores consideram a prática como “ensino técnico”, desconsiderando seu aspecto intelectual
• Preconceito não tem paralelo em outras profissões de ciência aplicada, como na saúde, engenharia, administração, etc.
• Ridicularizam valores profissionais
• Consideram menos importante preparar jornalistas para a profissão
• 52% dos novos jornalistas relata que algum professor lhe disse que a profissão não tem futuro ou está morrendo, e 63% que os professores consideram o jornalismo uma atividade degradada
A
conclusão geral do estudo é de que o ensino do jornalismo está vulnerável por
vários fatores:
· À tomada do seu espaço pela ciência da Comunicação
· A seu próprio fracasso para justificar e defender o campo
· A sua dificuldade para emplacar na vida acadêmica
· A seu complexo de inferioridade enquanto atividade intelectual
· Ao descaso das organizações jornalísticas
E o Winds of Change deixa algumas recomendações para as escolas:
• Criar uma cultura jornalística
• Entender e usar as novas tecnologias sem perder o foco jornalístico
• Afirmar o jornalismo como atividade intelectual e os jornalistas como educadores
• Reconhecer os melhores jornalistas como presença necessária na comunidade acadêmica
• Motivar professores para pesquisas, escrever e publicar sobre jornalismo
• Desenvolver escolas de pensamento e prática
• Criar programas de pós-graduação focados no jornalismo
• Educar estudantes para pensar criticamente
• Preparar estudantes para serem profissionais de vanguarda
• Mudar os critérios de certificação
Cinco anos depois deste estudo, em 2001, a professora Loren Ghiglione, da Northwestern University, observa que as tendências se mantém:
• Muitas universidades americanas estão marginalizando o ensino de jornalismo - tiraram até o nome (recomendação de 1994)
• Há contradição entre buscar respeito acadêmico e atender necessidades dos alunos
E
adverte:
• para a saúde da democracia, ensino de jornalismo tem que perseguir excelência, ser extremamente ambicioso
Aqui no Brasil, como já apontei em trabalhos anteriores, inclusive aqui no Fórum, ocorre um processo semelhante:
• A partir do Ciespal, Jornalismo é incluído na área de Comunicação, em busca de reconhecimento político e acadêmico;
• Descolamento da teoria com a prática e da pós-graduação em relação aos objetivos da graduação
• Ausência de áreas de concentração e linhas de pesquisa em jornalismo
• Rejeição crescente ao caráter aplicado da disciplina
• Conjunção de interesses da perspectiva acadêmica com o barateamento da universidade
• Processo de avaliação que já não certifica competência
Tanto aqui como lá, o jornalismo e seu ensino são colocados à prova pelo que uma escritora francesa chamou de “o horror econômico”, a quem interessa este barateamento de um e outro e que se caracteriza por alguns aspectos:
• Reducionismo prático, não teórico
• Produtividade em função de resultado econômico imediato (marketing, barateamento)
• Desregulamentação, desregulação
• Desarticulação reforçada pela ausência do interesse público como referência
• Direitos, garantias, progressos, suprimidos pelo interesse do capital
É surpreendente que haja uma conjugação de interesses entre esse capital e setores das ciências humanas representadas na universidade. Surpreendente porque são as ciências humanas que fazem uma crítica mais bem estruturada da dominação da sociedade contemporânea. São áreas acadêmicas sérias, bastante consistentes, mas que parecem às vezes perder o pé da realidade ao analisarem um objeto de que pouco entendem, como é o jornalismo, mas se sentem à vontade para fazê-lo porque esta é uma terra de ninguém. Aí, se transformam numa crítica diletante. O mestre Paulo Freire já apontava algumas razões para esta falha:
• Teoria colonizada: outras perspectivas, outras realidades
• Distanciamento da realidade: balé dos conceitos, inversão de método
• Impotência teórica na pesquisa: irrelevância em relação aos problemas propostos
• Negação da realidade e do jornalismo
Mas se essa crítica vinga, é porque não encontra muitas vezes quem se contraponha seriamente a ela. A miopia tecnicista é uma doença ocular comum entre os profissionais que se tornam professores de jornalismo, e tem algumas características;
• Negação da possibilidade teórica: não distingue
• Rejeita a literatura e ignora a tradição em que poderia se apoiar
• Não critica, não cria: se deslumbra e reproduz
• Referência nos manuais sem compreender suas razões de ser
• Não resiste à crítica, torna-se desatualizada
• Não defende o território
Para complicar ainda mais, enfrentamos um vendaval tecnológico em que parece se confirmar a celebre frase de Marx sobre a modernidade, depois transformada em título de best seller: Tudo que é sólido desmancha no ar.
• O jornalismo na encruzilhada da informação: emerge ou submerge com a mídia
• Midiamorfose, re-mediação, interatividade, participação
• Empresas batem às portas das universidades, e não encontram o que necessitam
• Perspectiva de mutação desafia a ensinar novas coisas
• As escolas não têm claro o que nem como ensinar
Por isso, já há dez anos o professor Philip Meyer, da University of North Carolina, advertia que o jornalismo precisa de PHDs. A incerteza que acompanha a mutação tecnológica levava ele a resgatar a idéia da universidade humboldtiana (Berlim, 1810): só pesquisadores conseguem acompanhar o conhecimento em mutação. A unidade indissolúvel ensino-pesquisa é a única saída possível. O ensino e a pesquisa devem perseguir a qualidade do jornalismo – adotando uma perspectiva profissional. A dicotomia entre teoria e prática tem que ser superada.
A perspectiva profissional pode ser caracterizada por algumas posturas:
• Valorizar a tradição e a cultura jornalística, recuperando a literatura específica
• Reforçar os valores da profissão (interesse público, liberdade, independência, busca da verdade, rigor, ética)
• Distinguir entre os objetivos da profissão (sociais) e os objetivos da mídia (comerciais) e da comunicação (privados)
• Defender o reconhecimento profissional (regulamentação e auto-regulação)
• Colocar as questões de pesquisa a partir desta perspectiva específica (distintiva e aplicada)
A professora Lana Rakow, da University of North Dakota, chama a atenção para a questão do profissionalismo:
• Velho debate: o que e como ensinamos
• profissionalismo identificado com performance, mas vai além
• Novo debate: por que e para quem ensinamos?
• Princípios profissões x indústrias
• Melhorar o padrão do jornalismo
• Cliente é o público, não a indústria
O professor Tom Jacobson, da
Buffalo University, observou no mesmo debate que
• Conhecimento essencial ao jornalista se tornou mais rigoroso e mais complexo
• Livros sacros do jornalismo devem ser preservados como livros sacros cristãos na Idade Média
Além disso, educadores como o brasileiro Paulo Freire apontam alguns desafios para essa perspectiva profissional:
• Abrir as caixas pretas das tecnologias (logos)
• Desvelar as técnicas enquanto ‘teorias cristalizadas’
• Inverter o método tradicional de produção acadêmica (prática-teoria-prática)
• Transformar cursos de comunicação em cursos de conhecimento (aprender a aprender)
• Ensinar a apreender a realidade (ler o mundo para reescrevê-lo) aproximando-se dela a partir de um lugar específico
• Perceber que a realidade não está dada, mas dando-se a partir desses desafios e do aprendizado que fizemos neste percurso, é possível sugerir alguns caminhos, que resumo num título que utilizei há alguns anos para discutir esta questão: crescer para cima e não para os lados. Na formação profissional,
• Consolidar competências x a tentação do ‘jornalista polivalente’
• A questão da assessoria de comunicação
• O universo da produção de conteúdo
• O profissional que aprende a escrever
• O desafio da gestão da informação e da gestão do conhecimento
• Maior consistência (na especificidade) gera maior adaptabilidade
• Distinguir profissão (funções exclusivas) de ocupações (funções compartilhadas)
Esta tarefa é facilitada pelo renascimento do jornalismo como campo acadêmico, que é muito claro aqui no Brasil:
• Espaço nas entidades: Fenaj, GTs Intercom, Alaic, Compós, FNPJ, SBPJor, ICA...
• Revistas Acadêmicas Especializadas: Pauta Geral, PJ-Brasil, EJM, BJR, Journalism, Journalism Studies, EMP (Madrid)...
• Pós-Graduação em Jornalismo: UnB, UFSC, Unicamp, USP, UFSM...
• Project for Excellence in Journalism (Columbia, USA); The Reuters Institute for the Study of Journalism (Oxford, UK)...
- Redes nacionais e internacionais
No entanto, ainda há um longo caminho para o jornalismo ser levado a sério na academia, não tanto como propõe a professora norte-americana Barbara Zelizer, mas principalmente como o brasileiro Elias Machado, nosso presidente da SBPJor:
• Demarcar a sua especificidade epistemológica
• Elevar o nível de sua prática científica
• Não ignorar, mas recolocar as questões suscitadas pelos estudos de jornalismo realizados por outras disciplinas (desmistificar a desmistificação do jornalismo)
• Construir teorias e metodologias próprias
• Sistematizar, criticar (por dentro) e aperfeiçoar as competências (conhecimentos, habilidades, atitudes) da prática
Há também um caminho a percorrer para as escolas serem levadas a sério no meio profissional do jornalismo:
• Consolidar o jornalismo como disciplina de direito próprio
• Elevar o nível de sua prática científica
• Se aproximar da realidade
• Buscar respostas aos problemas relevantes para a profissão
• Projetar e construir competência profissional para o presente e o futuro, assumindo a vanguarda tecnológica
• Distinguir a qualidade no jornalismo, apontando erros e alternativas pragmáticas
Por fim, gostaria de deixar esta impressão de que “passará a mídia, mas o jornalismo não passará”. Mas para que ele sobreviva à era da informação é preciso estarmos preparados, e esta preparação passa pela universidade:
• Não pode haver contradição nem distanciamento entre teoria e prática (se a teoria na prática é outra, está errada a teoria, dizia Adelmo)
• É possível que todas as formas de mídia e de seu controle que conhecemos hoje, inclusive a internet, desapareçam ou passem por transformações profundas durante a vida profissional de nossos atuais alunos, mas a informação e sua expressão vão continuar existindo e requerendo tratamento profissional.
• Não é razoável desprezar as competências técnicas, processuais, metodológicas e deontológicas desenvolvidas historicamente na profissão, que representam seu principal patrimônio no novo contexto: em vez disso, é preciso sistematizá-las em teorias e modelos com base científica e aplicação tecnológica, antes que outros aventureiros o façam.
• É preciso ter claro que o jornalista é acima de tudo um intelectual e a capacidade crítica sua principal competência técnica.
• É preciso defender o território e lutar pelo crescimento do campo, pelo seu reconhecimento e auto-estima, recuperando o espírito de corpo, com competência teórica, pedagógica e técnica, de forma articulada, tanto a nível nacional quanto internacional, através das entidades e redes profissionais, de ensino e de pesquisa. O Brasil tem hoje um papel de vanguarda nesta luta.
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O
trabalho deverá ter no mínimos 60 linhas, obedecendo as regras da ABNT:
Espaço
da margem à esquerda de três centímetros
À
direita de dois centímetros
Três
centímetros no alto
Dois
centímetros no "pé".
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ResponderExcluirBom dia professor,
ResponderExcluirrecebi a noticia do DCE-Asduerj Sintuperj informando que na quarta-feira 03/07 terá uma assembléia às 18h de Mobilização da UERJ nas manifestações, vide em anexo.
Gostaria de saber se esta informação procede e se for verdadeira haverá aula? E o trabalho continua para ser entregue nesta data?
att