Aula de 17/04/2013
Estado Governo
Iniciativa Privada
Sociedade Sociedade Civil
Estado:
formado pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, região geográfica onde é
válida o conjunto de leis, em geral a Constituição. Foi o primeiro setor a ser
organizado.
Governo:
como o Estado é virtual, o governo assume o executivo. No caso brasileiro é
representado pelo presidente, governador e prefeito.
Iniciativa
privada: toda atividade econômica desenvolvida sem a participação do
Estado.
Estatal: toda atividade econômica de
responsabilidade exclusiva do Estado.
Atividade mista: quando o Estado tem
parte do capital da atividade econômica.
Concessão: atividade econômica ou de
serviço exclusiva do Estado, administrada por uma empresa privada, por tempo
limitado, sob supervisão do Estado.
Foi o segundo setor a se organizar.
Sociedade:
todos os que vivem em um país.
Sociedade
civil: parte da sociedade organizada para defender ou fortalecer questões
de cidadania. Foi o terceiro setor a se organizar.
Cidadão
O conceito de cidadania pode ser
tanto legal, estabelecido na constituição e no código legal, quanto em outros
aspectos estabelecidos em diversas teses como, por exemplo, Canclini, que diz
que, na sociedade atual, o consumo é um fator de cidadania.
Conhecimento
e notícia
Segundo Nilson Lage, “o conhecimento
em geral privilegia o que as coisas são.Procura arrumar seres e fenômenos em
categorias, estabelecer relações, definir, explicar. Estipula uma série de operações
lógicas sobre dados e extrai conclusões que se devem comprovar empiricamente.”
A medida que o tempo passa, as formas de guardar e produzir conhecimento tem se
especializado, principalmente com o desenvolvimento da informática; não apenas
na questão do custo, mas também para a Reportagem Assistida por Computador
(RAC). Vale ressaltar que o jogo de poder ainda existe, como, acredito, sempre
existirá: feiticeiros, pagés, sacerdotes, reis, presidentes, ditadores etc.
No mundo moderno e globalizado o cotidiano
passa ter mais importância, passando a dar mais relevância a muitos
acontecimentos até então não considerados, segundo Lage: “O episódio da
revolução burguesa marca uma ruptura nessa condição. Porque a burguesia foi a
primeira classe na História que alcançou o poder comprometida com a produção
econômica e a circulação dos bens. Sua mitologia é a do empreendimento, da
praticidade.” Assim, conclui Lage que “a investigação científica tornou-se,
afinal, um bom investimento”.
Essas mudanças na filosofia de
relação econômica e política – os burgueses são os responsáveis pela implantação
da democracia, mesmo com seus conceitos discutíveis – “a sociedade moderna
européia, espaço da luta entre burgueses e proletários, passou a privilegiar a
mudança sobre a preservação. As trocas de informação atingiram a intensidade e
amplitude antes difíceis de imaginar. E a notícia, antes restrita e controlada
pelo estado e pela Igreja, tornou-se bem de consumo essencial.”
A
história da notícia
Fazendo um rápido resumo da história
da notícia, tivemos uma grande transformação entre a Idade Média e os dias
atuais. Passamos de informações controladas pelo Estado e pela Igreja, através
de seus sermões, outras transmitidas pelos trovadores, ou mesmo relatos
escritos por mercadores como Marco Pólo, “veneziano que escreveu em francês
coisas inacreditáveis sobre a Pérsia, a China, Burma, o Japão , Sião e Java,
Ceilão e as estepes mongóis, A Abissínia e a Sibéria. A acumulação de capital
logo teve conseqüências: a organização mais ampla e atuante da atividade
artesanal e a alfabetização”, segundo Lage.
Um grande salto ocorre com o prelo
de Gutenberg, que imprimiu a Bíblia em 1452, não apenas em relação à imprensa,
mas também junto à publicação de livros, impulsionando línguas nacionais, como,
por exemplo, Cervantes e Shakespeare, quando os os dialetos eram mais fortes
que os idiomas.
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